Mostrando postagens com marcador Específicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Específicos. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de junho de 2009

Rapaz. Esse povo que fica se matando é por muito e profundo não saber o que fazer.
Coisa melhor que a volta é o fim da dor semi-eterna depois do tempo necessário.
Você acorda e não há mais nenhum coração prestes a ser vomitado nem lágrimas intaladas na garganta, nem gritos nem sussurros nem vontade nenhuma.
Levanta-te e conta teus 20 dedos! Dá aquele sorriso "filho da puta a dor foi embora", toma banho veste uma roupa boa e saí por aí vendo o mundo sem incômodo nenhum. Não adianta procurar, você não vai encontrar abasolutamente nada.
O ar então sobra, a respiração descompassada, agora de alívio, seca quase toda a atmosfera por você demais alí, em qualquer canto, sugando o mundo sem peso nenhum.
Come-se com mais sabor e todos os preciosos presentes que foram esperados do momento em que se contraiu essa coisa qualquer que te leva ao profundo não saber o que fazer.
É o barato de todas as dores. Quando cessa.
-Eu sou só! Eu sou só!

De resto, o estômago doendo em silêncio.
Só sou eu meu bem. As 00:22 são só minhas por causa de minutos de distração.
Amar é dar tudo o que se tem.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Basicamente é isso.

Eu não consigo me concentrar em absolutamente nada. Mas agora é preciso.
E aí?
Quem liga afinal?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Há mais de 9 meses eu lia seu blog e pensava em tudo o que eu havia feito e você já dizia que em momentos que você precisava dizer coisas acabava dizendo exatamente o que não deveria dizer.


-Feliz aniversário.
-Aniversário é só de ano.
-É mas é um aniversário de mês esse.
-...
-Feliz mensário.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sobre amores corridos

Se o mundo não fosse tão perigoso meu bem, eu correria sem medo aí para sua casa no alt, entre a chuva da madrugada, para viver essa noite a mais. Porque sem tí não há nós. Não nós de perto.
E eu queimaria tudo até o pedido de arrego de ambas as partes.

domingo, 29 de março de 2009

Reza.

Deus,
Não permita a fuga do meu eu, nem o medo da verdade, nem nada além do que baste.
Salve me do contentamento com o pouco.
Lembre-me do ser que sou e que tudo o que eu sou ama.
Permita que os meus olhos falem, que meu nariz ouça, meus ouvidos vejam, minha pele cheire e minha boca sinta o muito suficiente de que preciso para que simplesmente seja.
Que nenhum pecado vire, senão, texto. Que inspiração seja meu segundo nome. Que dores sejam todas as escadas.
Agradeço e peço sempre mais todas as chances, com as quais já me presenteia, de dizer que amo: sou incansável e quente.
Pobre daquele que não sabe quem é: antes reles que sem rumo.
Não permita que eu caia ao saber de tudo. Lembre-me que a consciência é individual e justa.
A felicidade então, será consequencia.
Amém.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

00:01.
Tô com insônia menino.
Insônia de saudade. pô, tu vai pra casa, mirmi e ainda assim fica perambulando dentro da minha cabeça, causando arrepios e risinhos involuntários em todo meu eu.
Ainda bem.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

E quando amor nasce.
Sorrisos, sonhos, suspiros e tremores mesmo sem motivo algum. Pelo menos nenhum que transpareça.
Eu, como tenho tempo, transcedi.
Além da suscetibilidade do meu coração à sua existência, adquiri força e juízo.
Os dias ainda começam e terminam com o mesmo nome, mas a certeza agora vem acompanhada.


"Coitado de quem pôs sua esperança nas praias fora do mundo... - Os ares fogem, viram-se as águas, mesmo as pedras, com o tempo, mudam."

sábado, 24 de janeiro de 2009

Vicissitudes.

Só acredito em gente visceral, que grita, chinga, é.


Não vou chorar agora, porque nas linhas dos meus planos, chorar só acontece às 00:30
Preciso me conter agora, porque nas linhas dos meus planos, temos que manter as aparências que ditei.
Também não vou me atirar agora, isso só acontece depois que eu perco o controle.
Não vou cochilar agora, porque nos meus planos isso me desprenderia dos meus objetivos.
Mas eu acabei cochilando e acho que me perdi. Perdi o controle das regras dos meus planos, e agora, agora já são mais de 2 da manhã e eu choro descompassadamente porque os meus sentimentos também não obedecem meus planos.
Abortar, andar para o lado contrário da última missão, mas a missão sorri demais e agora que eu lembrei que sou gente e não máquina não resisto.
Ok, tudo bem, mais metas, mais regras, não adianta.
A complacência do objeto é tanta que eu acho que estou sendo enganado. Me desrespeite! Não. Nega até a morte por mim, para que possamos ser salvo porque eu sou pútrefo demais. -Sim. (Não).


Eu desacredito em tudo e tomo o seu proveito. Bem feito.

90º

Esvaziar os sentimentos fúnebres da cabeça para quem queria resolve-los, sem nenhum motivo que o tempo não desconstruísse. Uma malha enorme de questionamentos lamacentos e apocalípticos, niilistas e medrosos que só faziam suspirar quem bem entendia do bem naquela época. Não haveria explicação que convencesse, quem quer que fosse o locutor desta. Provavelmente todo ser humano tem uma idéia nata, que o faz acordar e respirar e construir enfim. A base, que jamais é desmentida. Até que alguém o encante, não necessariamente vivo, não necessariamente morto, mas que o faça mudar seus parâmetros. Ouvir, ouvir, ouvir e tentar quebrar constantemente coisas da cabeça de alguém não resolve até que ele se encante por uma coisa nova, melhor. Não acredite jamais em nenhum tipo de convencimentos simples. Humanos são movidos à fascinação, até pelo errado. Mas de que adianta reclamar se o que foi errado o encantou?
A vida nada mais é que isso, uma sucessão infinita de novos encantamentos pertubadores de base.
O que todos querem dizer com ilusão? Todo mundo sabe exatamente o que está fazendo, quando faz, só que acontecem e acontecerão infinitos outros encantamentos que farão os velhos perderem completamente o sentido.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Dreams, incosistent angel things.

No meu sonho você me abandonava por causa de uma convenção qualquer e eu ficava às sós na rua escura das árvores correndo todo e qualquer risco.
No outro sonho eu dançava num palco de apresentação escolar e depois is embora nua, tirando e colocando somente os casacos que me vestiam.
No fim eu estava com vários desconhecidos num mar tranquilo.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

R:

Significado Evolutivo

A dor é uma qualidade sensorial fundamental que alerta os indivíduos para a ocorrência de lesões teciduais, permitindo que mecanismos de defesa ou fuga sejam adotados. Embora possa parecer estranho, a dor é um efeito extremamente necessário. É o sinal de alarme de que algum dano ou lesão está ocorrendo.

Por exemplo em certas doenças como a hanseníase podem ocorrer lesões nas terminações nervosas, tais, que a dor deixa de ser percebida. Isto faz com que com o passar do tempo ocorram lesões que podem vir a desfigurar o portador. Como o doente não sente dor, acontece por exemplo de cortar um dedo com a faca sem o perceber. Ou, em lugares onde as condições de vida são muito precárias (como nos tempos antigos eram os lugares onde os doentes eram confinados) ter-se uma parte do corpo comida por ratos.

É no fundo um estado de consciência com um tom afetivo de desagrado, às vezes muito elevado, acompanhado de reações que tendem a remover ou evadir as causas que a provocam. Ela é produzida por alterações na normalidade estrutural e funcional de alguma parte do organismo.

Fonte: Wikipédia



Então tá.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Naquela tarde em que acordei porque o sono acabou, encostei em ti e fiquei te sentindo respirar.
Você não é mais uma das histórias que eu inventava, um amigo imaginário que eu imaginava para não ficar só.
É complemento completo. De verdade.
Estava alí, olhos fechados, um anjo que respirava.
Melhor que amor puro, é amor vivo, concreto em carne sangue e tudo.
E você estava vivo alí, em meus braços. E não havia felicidade maior.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Sobre Olhos Falantes.

Terei tempo.
Hoje eu encontrei nos teus olhos a afirmação: terei tempo.
Não me importam mais os medos do passados, os erros cometidos. Quando eu quiser poderei guardá-los todos naquela tua caixa em forma de coração, só por um tempo, para que eu possa fazer do tempo que terei o que eu quiser. O que eu quererei é enorme, terá trilha sonora e letras sofridas, mas eu farei, e irei querer. Podemos fazer juntos, em conjunto, em milhares, mas teus olhos mandaram drizer que eu terei tempo, assim sem pudor.
Não falas mais nada. Nunca precisou explicitar nada, na verdade, com teus lábios. Teus olhos são afoitos e apressados; falam tudo antes e eu entendo de antemão.
Nossos olhos se entendem melhor que minhas advinhações e tuas palavras (ou semi-palavras), disso não há dúvida, e muito mais me importa o que não há dúvidas.
Assentimos.
Sentimos um ao outro de forma clara, declarada, mas não indolor e tudo se faz entender simples, mas ainda assim humano. E no diálogo de hoje, sem palavras ou qualquer expressão vocal que eu entendi que terei tempo, e contigo.
Essas coisas a gente sabe, eu disse, e você balançou a cabeça. Pouco sabemos, mas muito queremos que assim seja. E apesar do meu medo se assumir, gritar por todos meus poros, eu hoje, creio que terei tempo para fazer o que eu bem entender, e entenderei muito, entenderei sem fim, sem medo; meu medo está guardado no seu closet in a heartbox. Aproveitarei então, para largar lá aquela vergonha, a do samba, a do canto, a da expressão que meus dedos e minhas palavras escritas sabem mostrar.
Já pensou se minha arte toma corpo, de verdade, sem ser essa coisa restrita a rabisco e digitos? Não me pergunto se serei mais feliz, mais bonita, ou qualquer coisa pequena. Te pergunto se já pensou no que aconteceria se assim fosse.
Peço para que não te preocupes, não deixarei nunca de ser eu. Se assim acontecer serei mais eu ainda, com restrições guardadas numa caixa, mas ainda assim serão minhas. Também não me esforçarei para que ocorram aprimoramentos, eles simplesmente acontecerão naturalmente.
Por que natural é o tempo que terei, e de hoje em diante nada forçado me importa.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Qualquer coisa sobre teu vazio.

Disfarça em máscaras de forte aparência e frágil duração todo o medo que vive nas suas entranhas. Treme só fora do alcance dos olhos gerais e sofre os deslizes que, na luz, finge não ter. Aflinge-se com o desprezo, desrespeito e asco que em ti lançam, mas ri por fora como se a situação fosse inversa.
Anuncia-se pelo medo do óbvio.
Sabe que ninguém lembrará.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Drummond.

Eu não lembro quando comecei a amar Drummond. Só sei que amei de vez, fui lá e lí a obra poética toda de vez, respirando poucas vezes, e desde então ele me salva quando eu preciso.
Na verdade é uma relação um pouco narcisista, já que eu responderia (quase; acho) a mesma coisa se uma jovem desnorteada recorresse aos meus versos, e eu fosse o experiente autor.

Algumas respostas eficazes:

Mundo grande

Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso frequento os jornais, me exponho
cruamente nas livrarias:preciso de todos.

Sim, meu coração é muito pequeno.
Só agora vejo que nele não cabem os homens.
Os homens estão cá fora, estão na rua.
A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu esperava.
Mas também a rua não cabe todos os homens.
A rua é menor que o mundo.
O mundo é grande.

Tu sabes como é grande o mundo.
Conheces os navios que levam petróleo e livros,
carne e algodão.
Viste as diferentes cores dos homens,
as diferentes dores dos homens,
sabes como é difícil sofrer tudo isso, amontoar tudo isso
num só peito de homem...sem que ele estale.

Fecha os olhos e esquece.
Escuta a água nos vidros,
tão calma. Não anuncia nada.
Entretanto escorre nas mãos,
tão calma! Vai inundando tudo...

Renascerão as cidades submersas?
Os homens submersos-voltarão?
Meu coração não sabe.
Estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
Só agora descubro
como é triste ignorar certas coisas.
(Na solidão de indivíduo
desaprendi a linguagem
com que homens se comunicam).

Outrora escutei os anjos,
as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
Nunca escutei voz de gente.
Em verdade sou muito pobre.

Outrora viajei
países imaginários, fáceis de habitar,
ilhas sem problemas, não obstante
exaustivas e convocando ao suicídio.

Meus amigos foram às ilhas.
Ilhas perdem o homem.
Entretanto alguns se salvaram e
trouxeram a notícia
que o mundo, o grande mundo está
crescendo todos os dias,
entre o fogo e o amor.

Então, meu coração também pode crescer.
Entre o amor e o fogo,
entre a vida e o fogo,
meu coração cresce dez metros e explode.
-ó, vida futura! Nós te criaremos.


Explicação

Meu verso é minha consolação.
Meu verso é minha cachaça. Todo mundo tem sua, cachaça.
Para beber, copo de cristal, canequinha de folha-de-flandres,
folha de taioba, pouco importa: tudo serve.

Para louvar a Deus como para aliviar o peito,
queixar o desprezo da morena, cantar minha vida e trabalhos
é que faço meu verso. E meu verso me agrada.
Meu verso me agrada sempre...
Ele às vezes tem o ar sem-vergonha de quem vai dar uma cambalhota
mas não é para o público, é para mim mesmo essa cambalhota.

Eu bem me entendo.
Não sou alegre. Sou até muito triste.
A culpa é da sombra das bananeiras de meu pais, esta sombra mole, preguiçosa.
Há dias em que ando na rua de olhos baixos
para que ninguém desconfie, ninguém perceba
que passei a noite inteira chorando.
Estou no cinema vendo fita de Hoot Gibson,

de repente ouço a voz de uma viola...
saio desanimado.

Ah, ser filho de fazendeiro!
A beira do São Francisco, do Paraíba ou de qualquer córrego vagabundo,

é sempre a mesma sen-si-bi-li-da-de.
E a gente viajando na pátria sente saudades da pátria.

Aquela casa de nove andares comerciais
é muito interessante.
A casa colonial da fazenda também era...
No elevador penso na roça,
na roça penso no elevador.

Quem me fez assim foi minha gente e minha terra
e eu gosto bem de ter nascido com essa tara.
Para mim, de todas as burrices a maior é suspirar pela Europa.
A Europa é uma cidade muito velha onde só fazem caso de dinheiro
e tem umas atrizes de pernas adjetivas que passam a perna na gente.

O francês, o italiano, o judeu falam uma língua de farrapos.
Aqui ao menos a gente sabe que tudo é uma canalha só,
lê o seu jornal, mete a língua no governo,
queixa-se da vida (a vida está tão cara)
e no fim dá certo.

Se meu verso não deu certo, foi seu ouvido que entortou.
Eu não disse ao senhor que não sou senão poeta?

Quero

Quero que todos os dias do ano
todos os dias da vida
de meia em meia hora
de 5 em 5 minutos
me digas: Eu te amo.

Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
e no seguinte,
como sabê-lo?

Quero que me repitas até a exaustão
que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amação
pois ao não dizer: Eu te amo,
desmentes
apagas
teu amor por mim.

Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
isto sempre, isto cada vez mais.
Quero ser amado por e em tua palavra
nem sei de outra maneira a não ser esta
de reconhecer o dom amoroso,
a perfeita maneira de saber-se amado:
amor na raiz da palavra
e na sua emissão,
amor
saltando da língua nacional,
amor
feito som
vibração espacial.

No momento em que não me dizes:
Eu te amo,
inexoravelmente sei
que deixaste de amar-me,
que nunca me amastes antes.

Se não me disseres urgente repetido
Eu te amoamoamoamoamo,
verdade fulminante que acabas de desentranhar,
eu me precipito no caos,
essa coleção de objetos de não-amor.



segunda-feira, 29 de setembro de 2008

26 de Setembro de 2008 - manhã. Ou Ensaio sobre a fuga.

Não tem lugar concreto para onde eu deseje loucamente ir. Há lugares concretos para onde eu possa fugir de. Não tem lugar concreto onde eu queira permanecer também. Vivo num vácuo onde fico sobrevoando meio à gravidade zero, sem me prender. A insatisfação me faz voar mais alto, me faz procurar o subjetivo para me apoiar. Encontro e faço do ballet em questão, a minha vida; um voa-voa, balança-balança absoluto, repetitivo. Enfadonho como boiar em águas, quando já se é leve. Viver flutuando pouco me atrai. E só me vêm à cabeça planos de fuga. Procurarei uma felicidade tão pesada que me ponha, não só os pés, mas o corpo inteiro no chão. Então talvez eu possa recuperar os eixos. Recomposição enquanto se flutua é improvável. O rumo se move paralelamente à você, te olha, manda beijo, mas pouco importa. Inércia. Acostuma-se ao ócio e ao tédio tão leve quanto à estadia forçada, associa-se ao desejo de fuga e deixa-se flutuar. Caminhos também podem surgir meio ao balançar das ondas anti-gravitacionais?

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

LUTO

Rick morreu.
Também.
Os meus preferidos morrem antes.
Primeiro Syd em 2006.
Agora Rick.
Que ele siga em paz para o "céu da cirrose". Porque a Clarah Averbuck disse que todo bom roqueiro vai pra lá.

Amém.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Todas as músicas de amor se misturam, mas ainda assim nada explica.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Eu vou me embora.

E vou construir um lar com um sofá jeans de almofadas vermelhas, edredon branco de bolinhas vermelhas, uma vitrola e meus discos raros, antigos e legais. Estante de madeira e um banheiro roxinho.


Minha felicidade é tão pouco.