sexta-feira, 22 de maio de 2009

Baby, it's just a lot of missunderstandings.

domingo, 17 de maio de 2009

Anjo.

Living is easy when your eyes are closed diz:
vamos durmi anjoo
Living is easy when your eyes are closed diz:
q amanha tem um dia enorme de grande
Living is easy when your eyes are closed diz:
^^
friodebaiano.blogspot.com HELOU diz:
enorme de grande mesmo
Living is easy when your eyes are closed diz:
e a gente começa ele com o primeiro raio de sol

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Basicamente é isso.

Eu não consigo me concentrar em absolutamente nada. Mas agora é preciso.
E aí?
Quem liga afinal?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Paixão é como Sol forte de manhã cedo: parece que vai cegar. Mas não cega.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Lista.

Wots...uh, the deal.
Breathe.
Us and them.
The great gig in the sky.
Welcome to the machine.
Have a cigar.
Pigs (Three different on).
On the turning away.
Terminal frost.
Learning to fly.
Sorrow.
Poles Apart.
A great day for freedom.
Take it back.
Coming back to life.
High hopes.


Tudo dos caras.
Há mais de 9 meses eu lia seu blog e pensava em tudo o que eu havia feito e você já dizia que em momentos que você precisava dizer coisas acabava dizendo exatamente o que não deveria dizer.


-Feliz aniversário.
-Aniversário é só de ano.
-É mas é um aniversário de mês esse.
-...
-Feliz mensário.
Sensação de ouvido: saudade e amor. Sensação de ohos e garganta, arrepio corpora: amor e saudade.
O mundo passou todo, lá embaixo enquanto poucos olhavam de cima. Eu olhei muito tempo a sós. O tempo presenteou a insistência com compania e milhares de coisas considerada por tantos outros meros clichês.
Dar tudo o que tem. Ceder ao torpor.
Amor.
Não sei o que dizer.
Parafraseando meu amigo infinito Carlos Drummond (drudruzinho ou carlito).

Eu escrevo as melancolias que tenho.
O passado se esconde nas brechas que menos se espera, mas você vai lá e varre mais umpouquinho, passa qualquer líquido colorido que desinfete.
Minha prosa cambaleia, dá cambalhotas, sorri, cai por aí meio bêbada, meio querendo beber, mas anda.
As músicas de sempre e de agora. Os pulsos que doem, porque no fundo ninguém é saudável.
A dor no peito de qualquer coisa que passa pela cabeça.
A falta de certeza. Se eu te amo é porque te amo e você nunca vai estar só. Só se cativa uma vez e se leva para sempre aquilo nas costas.
Coisas de gente, coisas de humano, essas coisas complexas e que doem desentendida e descompassadamente.
'Para louvar a Deus como aliviar o peito, cantar minha vida e trabalhos é que faço meu verso'. E muito me agrada.
A parte de mim, pura arte, que me satisfaz até nos dias em que são duros e frios.
Porque se escreve não há frio. Letras envolvem como nada mais poderia. 'E meu verso me agrada'.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sobre amores corridos

Se o mundo não fosse tão perigoso meu bem, eu correria sem medo aí para sua casa no alt, entre a chuva da madrugada, para viver essa noite a mais. Porque sem tí não há nós. Não nós de perto.
E eu queimaria tudo até o pedido de arrego de ambas as partes.
Um livro de dicas de sexo feito pela Bruna Surfistinha? Aiai... Que mundo é esse.
Eu vou virar a noite ouvindo Blues honey. E amanhã eu vou morrer pra dar aula, mas eu vou.
Ah sim, amanhã tem UNEB: ó que emoção. Morreremos todos.
Vai ser bom eu vou estudar com meu super-irmão de novo e a gente vai ter conversar sobre o mundo a vida e a foda. Por que a gente é foda. HOHO.
Quantos livros pra ler afinal hein? Quanto tempo pra passar afinal?

Virada de dia

Putaquepariu.
Idéia fixa ou pesegição divina?
Senhor, tirai esse troço da minha cabeça, amém.

domingo, 26 de abril de 2009

Nós dois em cima da sua casa: do mundo

O dinheiro entrou e escarceou-se tão rápido, pude sentir os dois.
É tanto desejo e sonho que não se conta mais nada. Só se fecha os olhos e pensa.
O piano aqui acolá os discos aqui acolá, os livros, os escritos e compostos, o azul acústico que foi feito por encomenda.
Agora é tanto tempo, não existe suficiente afinal. Nós continuamos lá no meio das nossas coisas todas. Assim quisemos. É tanto blues com doce e riso que perde-se o fôlego facilmente.
Não há nada suficiente para ser escrito.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Tal qual o céu ela passava.
Cabelo e olhos de abismo querendo pegar fogo.
O clima, o som, o vento do pôr-do-sol emolduravam todo aquele momento seu, passante.
Possuia o mundo só por saber existir.
O desejo acinturado naquele seredo mútuo e pronto, no abismo: a importância da eternidade.
Amor.

domingo, 29 de março de 2009

Reza.

Deus,
Não permita a fuga do meu eu, nem o medo da verdade, nem nada além do que baste.
Salve me do contentamento com o pouco.
Lembre-me do ser que sou e que tudo o que eu sou ama.
Permita que os meus olhos falem, que meu nariz ouça, meus ouvidos vejam, minha pele cheire e minha boca sinta o muito suficiente de que preciso para que simplesmente seja.
Que nenhum pecado vire, senão, texto. Que inspiração seja meu segundo nome. Que dores sejam todas as escadas.
Agradeço e peço sempre mais todas as chances, com as quais já me presenteia, de dizer que amo: sou incansável e quente.
Pobre daquele que não sabe quem é: antes reles que sem rumo.
Não permita que eu caia ao saber de tudo. Lembre-me que a consciência é individual e justa.
A felicidade então, será consequencia.
Amém.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Tu.

O compromisso anterior ao conjugal de cumplicidade silenciosa toma a casa nesses momentos nosos. Os passos, fechar de portas, barulho de quem bebe água, mais passos, respiração calor e pronto. Silêncio. Eu lá da cozinha mexo qualquer coisa pensando em você mesmo enquanto está todinho no prédio. Mudança de músicas, comentários nossos, visitas à cozinha.
Não entenderei nunca as moças que se prezam dessa vivencia única que sela o amor. O que for meu é seu, incluindo a paciência da transformação de qualquer coisa em comida. Arcadísmo nas entranhas, até nos momentos do exclusivo distanciamento romântico. Escolhemos por um rumo assim, a dois, mesmo sabendo dos milhares de poréns existentes. Não case cedo menina. Casei. Casei cumplicidade, companhia, silÊncio e overdose de sentimento, como você disse daquela vcez um pouco antes do começo. Se estou aqui é porque quero estar para sempre e ponto. Me entrego aos sorrisos matinais só teus, ao realismo fantástico real e mágico simultaneamente, às diversas coisas que só existem quando permitimos aos nossos olhos transparecer quem somos. Nada clichê a felicidade hoje em dia. Nada clichê o amor hoje em dia.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Hoje te olho daqui deste lugar seguro que me encontro e conto as vezes que me viu perecer. Milhares, moça. Talvez mais que todas as pessoas que eu amo junta. Eis teu destino por um acaso?
Deve olhar daí desse outro lugar alto e pensar que mais uma vez tudo se repete, como naquela vez em que confessamos todos os presentes suas encucações secretas.
Pois não pereço, sequer perigo ultimamente.
Distantes e interligadas. Quem disse que foi feito para entender?
Mil lugares.
Eu escrevo aqui e as palavras ecoam. Ninguém me lê mais porque sim. Não vivo de explicação coisa alguma. As coisas que devem ser explicadas e o entendimento acontece quando deve acontecer; por gestos, olhares, suspiros.
Lágrimas usadas assim.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Vanguarda.

A gente corre atrás do futuro, sonha com casa, imagina dinheiro, instrumento e arte. Mas a felicidade - que grande clichê- está por aqui mesmo, neste silêncio porque estás longe, noutro silêncio dos sorrisos teus. Desconhecidos diriam: que coisa estar completamente amando tão. Eu repito: desconhecidos. Sabes por acaso quando do meu todo guardei para quem queria? Vou soltando aos poucos por tempo de convívio, convencimento ou porque sim. Sutilmente, só que vê sutilezas, vê. Tanta gente preocupada com a sobrevivência e com o umbigo meu bem. Já te contaram a história da bendita colher de azeite no mundo de maravilhas? Não veêm sequer o mundo de maravilhas, quanto mais o azeite; prendem-se à qualquer coisa que queiram e pronto. Daí em diante perder-se é tudo, o tudo em que se estar incluído. Não, não ajudo não. Talvez ainda não entendam.